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"Bairros e regiões históricas do Rio de Janeiro" Memória e formação do patrimônio cultural carioca - parte 2

Memória do Bairro de Água Santa


A expansão da cidade para os arrabaldes da reião do Grande Méier, datam do século XVII, quando a cidade ainda se configurava entre os Morros do Castelo, Santo Antônio, da Conceição e o São Bento, a ligação com essa área era difícil, quase não havia comunicação com as áreas do subúrbio.
Portanto a História do subúrbio do Rio de Janeiro, se desenvolveu quando as linhas  de ferro construídas com a finalidade de integrar e construir novos núcleos urbanos, foi com a expansão do processo de modernização dos transportes e a ligação entre as diversas áreas de crescimento da população, é a peça fundamental para entender a cidade do Rio de Janeiro, de uma forma mais complexa, ver o  município do Rio como um todo, como se desenvolveu também, são muitos importantes, pois com a chegada dos trens vindo do centro da cidade, permitiu que áreas até então com poucas a expansão a estrada de ferro da Central do Brasil, pois o início da formação dos bairros do subúrbio inciou-se a partir das estações ferroviárias.

Existe também referências da existência de Comunidade Quilombola ter existido na região da serra, e que a Companhia de Água de Santa Cruz ter se desenvolvaido a partir das experiências dos ex-escravos que moravam na área também, contribíram para o crescimento do bairro de Água Santa, e foi Engenho Novo que se tornou porta de entrada para a zona suburbana se efetivando com o retalhamento das grandes propriedades, chácaras e fazendas, que existiam, que eram vendidas em leilão e depois dividias em lotes, sendo posteriormente construído ruas.

Em 1873, a freguesia do Engenho Novo seria desmembrada pela Câmara Municipal, e foi nas propriedades do camarista Augusto Duque, apesar de percorrida pelas linha férreas, a Estação Engenho Novo, a direita Oficinas de Manutenção de trens, no fundo esquerda Serra dos Pretos Forros com região que atualmente se localiza o Bairro de Água Santa

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